Ita Kirsch e Bala Blauth, são casados, buscavam encontrar uma fonte de ganhar dinheiro na Fotografia Ambiental. Começaram a pesquisar mercado para saberem com o que estariam competindo e decidiram fazer inicialmente fotos da costa do Brasil. Na fotografia de natureza o maior desafio foi conseguirem apoio e patrocínio ficando as vezes na procura por até um ano.
O estúdio Ita Kirsch se especializou em imagens do Brasil e hoje conta com um banco de dados com mais de 150 mil arquivos. Para proteger essas imagens sempre fazem back up em 2 mídias hd externo e dvd.
Ita e Bala viajaram 17 meses pelo Brasil fotografando povos indígenas pois consideram ser os únicos que ainda preservam culturas antigas.
A base de todo trabalho é muito simples, dormindo em barracas ou no próprio carro. Atualmente, o casal tem focado muito no Brasil por se tratar de sangue e terra, emoção e coração. Ita fotografa e Bala se encarrega da produção e a parte financeira que como ela disse não tão legal. Quanto ao retorno financeiro, Bala afirma:
"Graminha, arvores e passarinhos também rendem dinheiro."
Expor em espaços culturais, bancos, corredores e até hospitais, usar o equipamento que possuem que com sorte esta pode vir a se torna a sua marca, tentar parcerias com gráficas, escritores e mídias. Outro conselho é de focar muitos anos no mesmo projeto, e esperar pela hora certa de cada ação.
Como já falado, fotografia de natureza não é um dos retornos mais breves e deve-se seguir seu olhar
independente da moda. Quem ama fotografia se abraça de muita técnica e não de sorte. Crie um Flickr uma pagina no Facebook, exitem soluções baratas para mostrar seu trabalho. Aconselham que mesmo sem dinheiro devemos expor o trabalho, mostrar-se para o mercado.
"Fotografia tem que ser vista".
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