quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Iluminação


Fotografia: Roberta Hoffmann
Professor: Fernando Pires
Modelo: Caroline Guazina
Luz: Natural

domingo, 5 de dezembro de 2010

Fotoetnografia

A fotoetnografia pressupõe alguns elementos para a sua constituição, como a utilização de fotografias sem textos explicativos entre as imagens ou o uso de legendas. Posso dizer que a fotografia e linguagem escrita que mais proxima da poesia. Fotografar não é apenas refletir a realidade, mas é também reflexionar sobre ela e nela refletir-se. A própria realidade empresta suas formas aos fotógrafos, ao contrário do que acontece com os escultores, pintores e desenhistas, que têm de fazê-la com as mãos.  Não existem fotografias que não sejam portadoras de um conteúdo humano. Toda fotografia é um olhar sobre o mundo, procurando dar significação a este mundo. 
Fotoetnografia é a utilização da fotografia para registrar e compreender a cultura das pessoas. O domínio da técnica colocado a serviço do antropólogo é a condição primordial para a realização de trabalhos etnográficos. A interpretação antropológica começa pela coleta de dados em campo, seguida de uma análise aprofundada, aonde o gravador, a câmera fotográfica e a filmadora vieram se juntar ao tradicional bloco de notas.  Em fotoetnografia, o fotógrafo deve pensar ininterruptamente na construção da imagem e no seu enquadramento, estando o suficientemente próximo para melhor observar a cena e o suficientemente longe para não interferir nos acontecimentos. Deve ser capaz de trabalhar os planos e principalmente, saber olhar. No plano etnográfico, a fotografia constitui uma reserva de documentos, permitindo conservar coisas que não se poderá mais rever. Mas as fotografias jamais devem ser utilizadas de forma isolada. Uma narrativa fotoetnográfica deve se apresentar na forma de uma série de fotos que estejam relacionadas entre si, compondo uma seqüência de informações visuais que darão significação ao conjunto.


Bibliografia:
ACHUTTI, Luiz Eduardo Robinson. Fotoetnografia da Biblioteca Jardim. Porto Alegre: Tomo Editorial, Editora da UFRGS, 2004.


Fotografia Documental Ulbra
Professor  Fernando pires

Cartão cinza e Cartão cor

       Cartão cinza é um cartão  feito de papel ou plástico, que reflete uma porcentagem conhecida de luz que incide sobre ele. Tem um lado cinzento, que reflete 18% da luz e que corresponde ao cinza médio na escala de cinzas. O outro lado geralmente é branco e reflete 90% da luz. É de grande importância, pois serve como padrão na aferição de fotômetros e flashmeters para uma perfeita exposição fotográfica (EV). A medição é feita contra o cartão cinza que é introduzido no cenário. Esta técnica de medir a exposição pela luz refletida pelo cartão cinza Faz uma  leitura similar à da luz incidente em que a exposição não é influenciada nem pelo reflexo de objetos brilhantes, nem pela forma dos objetos iluminados e nem pelo peso das sombras presentes no cenário.


O cartão cor  possui  24 quadrados coloridos; Serve para calibrar o balanço de cores de câmeras fotográficas, scanners, impressoras, monitores e emulsões de filmes. O objetivo final é reproduzir as cores com fidelidade e sem desvios. Uma das características fundamentais deste cartão é que ele reflete as cores sempre da mesma forma em qualquer parte do espectro luminoso. Seja em estúdio com flash ou luz contínua, seja ao ar livre em qualquer horário do dia, as cores refletidas serão sempre as mesmas. 








                                                         Fonte de pesquisa
                                   http://www.revelartedigital.com.br/dicas-fotogrficas/glossrio/
                                                   http://pt.wikipedia.org/wiki/Cart%C3%A3o_cinza




Fotografia Documental Ulbra
Professor  Fernando pires

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Fotografia documental

                       MIGUEL RIO BRANCO

         Nasceu em 1946 em Las Palmas de Gran Canaria, Espanha. É pintor, fotógrafo, diretor de cinema, além de criador de instalações multimídia . Atualmente vive e trabalha no Rio de Janeiro. Trabalhou intensamente na Europa e Américas desde o começo de sua carreira, em 1964, com uma exposição em Berna, Suiça. 
Em 1966 estudou no New York Institute of Photography e em 1968 na Escola Superior de Desenho Industrial no Rio de Janeiro. Rio Branco começou expondo pinturas em 1964, fotografias e filmes em 1972. Trabalhou como fotógrafo e diretor de filmes experimentais em Nova Iorque de 1970 a 1972. Dirigiu e fotografou curtas metragens e longas nos próximos nove anos. Paralelamente, perseguindo sua fotografia pessoal, desenvolveu um trabalho documental de forte carga poética. Em pouco tempo foi reconhecido como um dos melhores fotojornalists de cor. É correspondente da Magnum Photos desde 1980, tendo seu trabalho publicado por todo o mundo. 

Nos anos 80 Miguel Rio Branco foi aclamado internacionalmente por seus filmes e fotografias na forma de prêmios, publicações e exposições como o Grande Prêmio da Primeira Trienal de Fotografia do Museu de Arte Moderna de São Paulo e o Prêmio Kodak de la Critique Photographique, de 1982, na França, que foi dividido com dois outros fotógrafos. Seu trabalho fotográfico foi visto em várias exposições nos últimos 20 anos, como no Centre George Pompidou, Paris; Bienal de São Paulo, 1983; no Stedelijk Museum, Amsterdam, 1989; no Palazzo Fortuny, Venice, 1988; Burden Gallery, Aperture Foundation, New York, 1986; Magnum Gallery, Paris, 1985; MASP, São Paulo; Fotogaleria FUNARTE, Rio de Janeiro, 1988; Kunstverein Frankfurt, in Prospect 1996; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 1996. 

Miguel Rio Branco dirigiu 14 curtas metragens e fotografou 8 longas. Seu trabalho mais recente como diretor de fotografia pode ser visto em 1988 no filme “Uma avenida chamada Brasil” de Otavio Bezerra. Ganhou o prêmio de melhor direção de fotografia por seu trabalho em “Memória Viva” de Otavio Bezerra e “Abolição” de Zozimo Bulbul no Festival de Cinema do Brasil de 1988. Também dirigiu e fotografou 7 filmes experimentais e 2 videos, incluindo “Nada levarei qundo morrer aqueles que mim deve cobrarei no inferno”, que ganhou o prêmio de melhor fotografia no Festival de Cinema de Brasília e o Prêmio Especial do Juri e o Prêmio da Crítica Internacional no XI Festival Internacional de Documentários e Curtas de Lille, França, 1982. 
As fotografias de Rio Branco foram publicadas em diversas revistas como Stern, National Geographic, Geo, Aperture, Photo Magazine, Europeo, Paseante. Dulce Sudor Amargo, o primeiro livro de Rio Branco foi publicado em 1985 pelo Fundo de Cultura Economica, Mexico. O segundo, Nakta, com um poema de Louis Calaferte foi publicado em 1996 pela Fundação Cultural de Curitiba. Em 1998 lançou dois livros: Miguel Rio Branco, com ensaio de David Levi Strauss, lançado pela Aperture; e Silent Book, pela Cosac Naify. 




























IDENTIDADE

Fotografia Documental

                                      Definição de fotografia documental


A fotografia documental ,muito parecida com o fotojornalismo, Alguns nomes substitutos já foram sugeridos para a como: histórica, factual, realista, porém nenhum deles traz tão implicitamente em seu sentido, o desejo de criar uma interpretação subjetiva do mundo em que se vive.Mostra de que algo aconteceu que realmente existiu por isso documental palavra que vem do documento

Fotografia Documental


                                 Resenha JANELA DA ALMA


                 O ser humano possui cinco sentidos, mas o mais explorado na história das civilizações, sem dúvida, é a visão. O documentário "A Janela da Alma", lançado em 2002, relata como diferentes personagens, entre celebridades e anônimos de diferentes graus de visão, enxergam a realidade.
O filme mostra uma ampla variedade de pensamentos acerca das mais diversas questões. O que é melhor, óculos ou lentes? O "enquadramento" da armação limita a visão no sentido da percepção? A ausência de um sentido aumenta a capacidade dos outros? Cegos sonham com imagens? Todas essas curiosidades comuns e antigas são discutidas por fotógrafos, escritores, cineastas, etc.
Para Agnêz Varda, diretora do filme "Jacquo", a visão é alterada por sentimentos, e há uma grande diferença entre o reconhecimento visual e o emocional. Quando se ama alguém, não se enxergam rugas ou marcas de expressão; o ódio, por outro lado, ressalta todos os defeitos de um indivíduo. Do ponto de vista neurológico, é fato que nem sempre o que enxergamos é o que existe: nosso cérebro é "craque" em nos pregar peças e ativar memórias, existentes ou não.

Fotografia Documental

      Resenha: Ensaio sobre a cegueira


O filme conta a história de uma  inexplicável epidemia de cegueira que atinge  uma cidadeChamada de "cegueira branca", já que as pessoas atingidas apenas passam a ver uma superfície leitosa, a doença surge inicialmente em um homem no trânsito e, pouco a pouco, se espalha pelo país. À medida que os afetados são colocadosem quarentena e os serviços oferecidos pelo Estado começam a falharas pessoas passam a lutar por suas necessidades básicas, expondo seus instintos primários. Nesta situação a única pessoa que ainda consegue enxergar é a mulher de um médico, que juntamente com um grupo de internos tenta encontrar a humanidade perdida.
No final todos começam a enxergar novamente aos poucos,importante ressaltar que nenhum personagem tem nome,e também não se diz  onde aconteceu.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Beleza & Cor

Nada mais belo e colorido que o por do sol do Guaíba

Definição de luz

A luz na forma como a conhecemos é uma gama de comprimentos de onda a que o olho humano é sensível. Trata-se de uma radiação electromagnética pulsante ou num sentido mais geral, qualquer radiação electromagnética que se situa entre as radiações infravermelhas e as radiações ultravioletas. As três grandezas físicas básicas da luz (e de toda a radiação electromagnética) são: brilho (ou amplitude), cor (ou frequência), e polarização (ou ângulo de vibração). Devido à dualidade onda-partícula, a luz exibe simultaneamente propriedades de ondas e partículas.
Um raio de luz é a representação da trajetória da luz em determinado espaço, e sua representação indica de onde a luz sai (fonte) e para onde ela se dirige. O conceito de raio de luz foi introduzido por Alhazen. Propagando-se em meio homogêneo, a luz sempre percorre trajetórias retilíneas; somente em meios não-homogêneos é que a luz pode descrever "curva".




Professor: Fernando Pires
ULBRA
Diciplina: iluminação

iluminação

Luz: flash
Modelo:Vanessa Reis
Maquiagem: Vanessa Reis 

Professor: Fernando Pires
ULBRA

iluminação

Luz: flash
Modelo: Vanessa Reis
Maquiagem: Vanessa Reis



Professor: Fernando Pires
ULBRA

iluminação

Luz: flash
Modelo:Adriana Gomes
Maquiagem: Carla,Carol,Wanusa
Professor: Fernando Pires
ULBRA