quarta-feira, 25 de junho de 2014

U_P&B PORTFÓLIO

Revelação de Filme - Ampliação
Foto: Roberta Hoffmann
Disciplina: Laboratório Preto e Branco
Modelo: Lais Santos
Professor: Fernando Pires

Revelação de Filme - Ampliação
Foto: Roberta Hoffmann
Disciplina: Laboratório Preto e Branco
Modelo: Lais Santos
Professor: Fernando Pires

Revelação de Filme - Ampliação
Foto: Roberta Hoffmann
Disciplina: Laboratório Preto e Branco
Modelo: Lais Santos
Professor: Fernando Pires

Revelação de Filme - Ampliação
Foto: Roberta Hoffmann
Disciplina: Laboratório Preto e Branco
Modelo: Lais Santos
Professor: Fernando Pires

Revelação de Filme - Ampliação
Foto: Roberta Hoffmann
Disciplina: Laboratório Preto e Branco
Modelo: Lais Santos
Professor: Fernando Pires

quarta-feira, 18 de junho de 2014

U_P&B A COPIA

O Negativo


O livro é todo focado na fotografia preto e branco, fotografia analógica. Ajustes são feitos na revelação do negativo.Na fotografia analógica, você fotometra para as sombras.No entanto, ajustes na revelação que o livro aborda, devem ser feitos no editor de imagens; Revelação N -1. Ansel Adams fala sobre os tons da imagem e comenta: Estou convencido de que todos os fotógrafos, de qualquer corrente estética, “veem” a fotografia final de algum modo antes de completá-la, seja pela visualização consciente ou por qualquer outro método intuitivo. Também faz alguns alertas onde diz que é impossível em uma cópia fotográfica (cópia no papel) reproduzir a amplitude de brilho (luminâncias) da maioria dos objetos.
Ansel diz que: Por isso a fotografia é, em certa medida, uma interpretação dos tons do objeto. Muito da criatividade da fotografia está no infinito leque de escolhas aberto aos fotógrafos, que podem realizar uma representação quase literal do objeto ou interpretá-lo livremente, com alto grau de “afastamento da realidade”. Sub ou sobre-expor uma imagem, é uma escolha do fotógrafo, faça-o livremente. Mas o faça conscientemente, e sabendo que sua escolha alterará os tons da imagem.
No livro, encontramos dicas de como utilizar os tons na imagem. Resumirei as dicas:
Procure os tons extremos da escala (claros e escuros) mas, observe-os longe da certeza! Porque os tons não são exatamente pretos, ou exatamente brancos, e sim tons muito claros e muito escuros, citando a foto PB, o preto é um cinza muito escuro, e o branco é um cinza muito claro. Observe as combinações das cores, e como elas agem.
Nessa mesma cena, procure pelos tons médios. Use um cartão Kodak cinza 18% e o posicione perto dos tons médios. Posicione depois, este mesmo cartão nas sombras e depois nas áreas claras da imagem. Note como ele parece ser diferente. Posicione depois entre as duas áreas da imagem, tudo muda. Mas, a bem da verdade, nenhum tom realmente mudou, mas as combinações criam efeitos subjetivos.
Abstração da realidade, lentes e seus efeitos, áreas de sombras, áreas claras, tons, combinação de cores, tons médios, interpretação da cena, e como isso tudo combinado, resultará na foto que imaginou! Ansel Adams conclui a uma foto: “Ele não encontrou o fotômetro, mas fez a exposição baseada na conhecida luminosidade de Lua – 250 velas pé. O resto, como dizem é história.” .O livro também traz a descrição do método criado por Adams para calcular a luminosidade de uma foto: o Sistema de Zonas (Zone System). A maneira de controlar a distribuição de luz numa foto, proposta por Adams, é recurso útil para se fazer uma boa foto com qualquer equipamento ou tecnologia.
A cópia

O fotógrafo Ansel Adams desvenda a técnica que existe por trás de uma boa cópia fotográfica, desenvolvendo seu conceito de visualização: demonstrando a oportunidade de interpretar e expressar as informações do negativo e levá-las a visualização final.
No mesmo, aborda temas importantes, que ensina o fotógrafo a visualização de uma cena através da câmera, para chegar nos resultados finais da imagem, outro assunto que comenta é o laboratório e seus respectivos equipamentos, ou seja, descreve os equipamentos necessários como ampliadores, lâmpadas e lentes para concretizar a ampliação da fotografia.
Ansel descreve no livro, materiais para cópias, tipos de papeis fotográficos necessários para obter a qualidade e ainda fala dos tons das imagens e o que interfere nos resultados, como temperatura, interruptores e fixadores. A cópia transforma-se em um elemento da linguagem visual para Adams, então no livro , onde relata a cópia ideal, demonstra o controle de tons, exposição adequada para a ampliação final.
No final, explica como deve-se proceder para a cópia a longo prazo, dando detalhes para os retoques finais da cópia.
O Grande fotografo, Ansel Adams foi incentivador da criatividade que respeita e valoriza a livre manifestação individual, a leitura não só deste, mas de todos os livros de Ansel Adams é imprescindível para todos os fotógrafos. 

U_P&B zone systen

É um método fotográfico,desenvolvido pelo fotógrafo norte-americano 
Ansel Adams no final dos anos 30,em 1939.em conjunto com Fred Archer
A sua ídeia era sinalizar a luz ,isto posto em prática estabelece relações
de luz do sujeito e as correspondentes densidades registradas no negativo.
  O conjunto de técnicas oferece ao fotógrafo a possibilidade de registrar no negativo e posteriormente no papel fotográfico valores de luz desejados.
  O objetivo do Sistem de Zona era o de produzir a exposição adequada para 
capturar e processar o máximo de tonalidade de uma cena que estava presente quando o fotógrafo tirou a foto.
   O espectro tonal do filme foi dividido em dez zonas;
-2.5 --PURO PRETO
-2 PRETO,COM DETALHE MÍNIMO.
-1.5 -PRÓXIMO DO PRETO,COM ALGUMA TEXTURA MAS SEM DEFINIÇÃO
-1.0 -CINZA BEM ESCURO,PRIMEIRA ZONA ESCURA COM DEFINIÇÃO COMPLETA.
- 0.5- CINZA ESCURO
-0 -CINZA MÉDIO
- +0.5- CINZA CLARO
-1.0- CINZA EXTREMAMENTE CLARO,ESTA É ÚLTIMA ZONA COM DEFINIÇÃO COMPLETA.
-+ 1.5- BRANCO,ESTA ZONA APRESENTA AINDA ALGUMA TEXTURA.
-+2.0- BRANCO SEM TEXTURA
-+2.5- BRANCO PURO.

                EXPLICANDO O QUE ACONTECE SE O FILME É REVELADO
EM 8 OU EM 12MIN EM UMA TEMPERATURA DE 20C,SENDO QUE O INDICADO É 10MIN.

          CADA FILME POSSUI UM TEMPO DE REVELAÇÃO PRÓPRIO DECORRENTE DE SUA SENSIBILIDADE E DA FORMA COMO FOI EXPOSTO.PORTANTO SE REVELADO COM MENOS 10MIN O FILME VAI PROPORCIONAR DEFORMIDADE DEFICIENTE ,UMA CÓPIA MUITO SUAVE POR FALTA DE REVELAÇÃO OU POR
SUBEXPOSIÇÃO,É MUITO TRANSPARENTE,POUCO CONTRASTADO,E TAMBÉM
EXIGE MUITA PERÍCIA PARA SER CORRIGIDO.
     E SE UM NEGATIVO FOR REVELADO COM 12MIN,ELE É UM NEGATIVO MUITO DENSO POR SUPEREXPOSIÇÃO OU EXCESSO DE REVELAÇÃO É CONTRASTADO,GRANULADO,POSSUI ÁREAS CHAPADAS ,  ACARRETANDOAO LABORISTA SE ASSSIM QUIZER, UM TRABALHO DE CORREÇÃO.
     E PARA ENTENDERMOS ISSO PODEMOS ELABORAR TABELAS DE TEMPO DE 
REVELAÇÃO PARA AS FAIXAS DE TEMPERATURA EM 18 E 24C. O CRITERIO É SIMPLES,CONHECIDO O TEMPO NECESSÁRIO PARA A REVELAÇÃO DE DETERMINADA EMULSÃO Á 20C(TEMPERATURA IDEAL).ELABORA-SE TABELAS COM A APLICAÇÃO DE REGRA DE TRÊS INVERSA,POIS QUANTO MAIOR A TEMPERATURA MENOR SERÁ O TEMPO DE REVELAÇÃO, PARA ASSIM OBTERMOS O TEMPO DE REVELAÇÃO MAIS PRÓXIMO POSSÍVEL EM OUTRAS TEMPERATURAS. 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

U_P&B

Fotogramaograma





Tempo de exposição: 5 segundos
Diafragma: 8


Laboratório Preto e Branco/ULBRA/Prof. Fernando Pires

U_P&B

Pinhole

Câmera Pinhole

A projeção de imagens por este método é uma lei física, e já é conhecida pelo homem desde a antiguidade. Antes do advento da fotografia em 1839, as projeções pinhole eram instrumento científico de visualização de eclipses e no estudo das estrelas, nas artes, as imagens pinhole serviam de molde para os pintores paisagistas.

A câmera Pinhole é uma máquina fotográfica sem lente, por utilizar qualquer caixa em que a luz não penetre é conhecida por ser um tipo de fotografia prático, econômico e simples. É um tipo de fotografia feita artesanalmente que utiliza o princípio da câmera escura e cujo nome significa “buraco de agulha”. Esta pode ser construída através de caixas, ou latas e deve ter seu interior na cor preta.
Ela consiste numa maneira de ver uma imagem real, através de um pequeno orifício onde a luz é captada para dentro da câmera, sofrendo um movimento de inversão, a imagem é projetada para a parede oposta ao orifício onde está localizado o papel fotográfico.

Para garantir imagens com melhor nitidez é preciso um furo bem calculado e devidamente executado. O furo é sempre minúsculo se comparado à dimensão da câmara escura, como consequência, requer de tempos de exposição relativamente longos, se comparados ao click da câmera fotográfica.
Após feita a fotografia, o processo de revelação ocorre em laboratório da mesma maneira que as outras ampliações, ficando um minuto no revelador, um minuto no interruptor, dez minutos no fixador e lavado em água corrente por dez minutos. 



5 MINUTOS DE EXPOSIÇÃO 


Laboratório Preto e Branco/ULBRA/Prof. Fernando Pires

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

U_AMB Portfólio G2

Tucano bico verde
Foto: Roberta Hoffmann
ZOO GRAMADO
Professor: Fernando Pires
ULBRA 

Paisagem
Foto: Roberta Hoffmann
Reserva ecologica sitio Familia Lima 
Professor: Fernando Pires
ULBRA 




Guaiba 
Foto: Roberta Hoffmann
Noiva do Cai II
Professor: Fernando Pires
ULBRA